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domingo, 2 de novembro de 2008

PPP e Regimento Escolar


Esta semana foi "cheia" de atividades. Precisei fazer um powerpoint sobre o PPP e o Regimento Escolar. No final saiu tudo bem e cheguei a algumas conclusões:


  • O PPP é construído de forma participativa pela comunidade escolar: professores, funcionários, alunos e pais.

  • Também o Regimento Escolar deve ser construído de forma participativa.

  • O RE normatiza as propostas, objetivos e finalidades expressas no PPP, por isso, seu texto normativo deve ser escrito de forma clara e objetiva, não deixando dúvidas que possam resultar em interpretações errôneas.

  • Não é possível refendar um sem lembrar do outro, pois ambos devem caminhar juntos para que seja possível se efetivar dentro da escola uma gestão democrática.

"Os projetos nos permitem sonhar e nos mantêm vivos e atuantes na escola onde trabalhamos."

domingo, 12 de outubro de 2008

PPP e Regimento Escolar


Esta semana tive que refazer meu trabalho de Organização do Ensino Fundamental, o que não é muito comum de acontecer.
A tarefa era simles, porém demorada. Consistia em colocar num quadro os objetivos e metas do PPP da Escola e do Regimento escolar e seu enfoque sobre a avliação ao que concerne sobre o próprio projeto e sobre a maneir como são avaliadas as aprendizagens dos alunos e como se dá sua promoçõ para a próxima série.
No final, deveríamos tecer um comentários sobre esses itens, tão significativos, pois o PPP é a "alma" da Escola, dele depende o fracasso ou o sucesso do sistema educacional.
Acontece que fiquei tão entusiasmada com a última reunião pedagógica ocorrida na escola que se referia justamente sobre essas questões e a necessidade de repensar todo o projeto pedagógico da escola e sobetudo o critério de avaliação que acabei relatando apenas as questões levantados durante a reunião sem fazer uma costura com as leitruas mencionadas. Já refiz o trabalho e já postei novamente; estou aguardando resposta e novo comentário. Espero que desta vez tenha me sido melhor.

Primeiro Comentário:

O Projeto Político pedagógico do Colégio Elpídio Ferreira Paes, escola em que trabalho, foi construído com a participação da Comunidade Escolar, ou seja, professores, funcionários, pais e alunos. Foi elaborado em 2004, com o propósito de ser avaliado no final do ano letivo, o que acabou não acontecendo, portanto, é um projeto de fundo de gaveta.
Tomei conhecimento do PPP do colégio, o ano passado, quando fazia a interdisciplina de Escola, Projeto Pedagógico e Currículo, pois não estava na escola por ocasião da sua construção. Na época, até me “choquei”, quando tomei conhecimento de suas propostas, objetivos e metas, tão distantes da sua realidade, sobretudo, quanto à participação do aluno no seu processo de avaliação, na elaboração de projetos, na conservação da escola e no uso e disponibilidade do Laboratório de Informática.
Como mencionava o uso de um Laboratório de Informática, se ele nem sequer existia? Depois disso, “descobri” que ele existe sim, mas que não está em operacionalidade, por falta de um funcionário especializado. Eu sempre insisto na sua necessidade e importância, se quisermos contribuir para a formação de indivíduos engajados e inseridos no mundo e, principalmente, no mundo do trabalho, como está escrito no PPP.
A Diretora sempre fica me olhando de soslaio, todas às vezes que peço algum documento para fazer minhas atividades do PEAD, pois sempre questiono como funciona, há quanto tempo foi elaborado, no caso específico do PPP, porque não há uma comissão encarregada de fazer a avaliação anual do mesmo, conforme consta no documento.
Não é novidade para ninguém na Escola que sou aluna do PEAD, não só pelo tempo, mas também pelo entusiasmo e vibração com as coisas que aprendo. Mas, como o PEAD nos “obriga” não só a falar, mas mudar nosso fazer pedagógico, percebi que minhas aulas começaram a chamar das colegas também pela alegria de meus alunos, quando, por exemplo, faço aula de teatro com eles ou realizo a reeleitura de uma obra de arte e exponho suas fotos e produções.
Sem falsa modéstia acho que comecei a “mexer” com minhas colegas. Já temos agora uma colega que é aluna e outra que é tutora do novo Curso à Distância da UFRGS.
Também vejo boa vontade por parte da direção e supervisão pedagógica para melhorar as “coisas” na Escola. Mas, toda mudança é lenta e na minha escola não é diferente...mas, parece que aos poucos ela está começando a acontecer, pois, na última reunião pedagógica, na terça-feira, dia 23/09, começamos a falar na necessidade de mudarmos nosso fazer pedagógico, visto que os resultados não estão sendo os esperados e também em função do ensino fundamental de 9 anos em que devemos priorizar o lúdico e nos preocuparmos menos com conteúdos; pois, como muito bem falou uma das colegas estamos “entupindo” nossos alunos com conteúdos e isso não está contribuindo ou está dificultando a aprendizagem dos mesmos.
Para que tal aconteça, combinamos que continuaremos a nos reunir para trocar idéias e fazer as modificações e adaptações necessárias.
Também questionamos o critério de avaliação de nossos alunos, através de notas. Até anotei algumas falas de colegas que achei interessante colocar neste trabalho.
“Porque a avaliação é tão estanque, tão “fechadinha”?
“ Como e o que estou avaliando em meu aluno quando lhe atribuo essa ou aquela nota?
“Sinto-me “verde”, limitada e incapaz, mediante a
responsabilidade que tenho em avaliar meu aluno”.
Estamos inquietas, incomodadas, em crise e isso é bom, pois depois da crise, sempre advém mudanças, com certeza para melhor.
Acho que o PPP da Escola Elpídio Ferreira Paes está ressurgindo das cinzas e começando a ter “vida” e vida em abundância para todos, principalmente, para nós seus professores e seus alunos e acenando cada vez mais para uma gestão democrática da Educação. O momento é de sonho e de esperança..., pois o professor mais do que ninguém sabe o que é o melhor para o seu aluno e quando ele se mobiliza tudo pode acontecer...

domingo, 14 de setembro de 2008

Políticas Públicas e Gestão da Educação


Na verdade, esta semana dediquei quase que tempo integral para refazer a atividade de Organização da Escola que já havia feito e que precisou ser refeita porque viajei na maionese.
Ri, reli, refleti e refiz novamente toda a atividade, conforme solicitação da tutora da Interdisciplina.
Achei um trabalho bem complexo, pois tínhamos que ler o texto e depois elaborarmos alguns conceitos sobre democracia, estado, liberalismo, globalização, democracia, política, políticas públicas e educacionais.
Ficou claro que não sei muito pouco do assunto, haja visto, que tive que refazer o trabalho, coisa que não é de praxe.
Achei interessante sobre tudo algumas modificaçãoes que vêm acontecendo, em função das idéias noeliberalistas que acreditam no poder do capital e creditam a má admnistração do Estado a causa da deficiência em setores básicos como: educação, saúde, habitação...
Não é novidade o repasse de verbas públicas para o setor privado, porém, agora, o Estado se limita a passar os recursos para as mãos de empresas privadas para que elas se encrreguem da administração desses setores deficitários. O Estado de planejador, organizador e administrador, passou a mero fiscalizador, desobrigando-se com isso da reponsabilidade pelo fracasso de sua má administração. Setores importantes, como por exemplo, a Educação, ficou entregue à ONGs e instituições privadas que interferem assim, no próprio Plano Pedagógico e na Gestão Escola Pública

domingo, 31 de agosto de 2008

Gestão Democrática na Educação

Hoje realizei a minha primeira atividade da Interdisciplina de Organização da Escola. É instigante porquenos faz refletir sobretudo sobre a realidade da escola onde estamos inseridas e da nossa responsailidade enquanto professores se queremos dar uma educação de qualidade para nossos alunos.
É muito cedo ainda para dar opinião, mas a Gestão Democrática que teve início entre os anos 80 e 90, em contrapartida à gestação Patrimonialista, está bem estruturada, mas há muito o que melhorar para que saia do papel e relamente funcione.
Espero ainda aprender muito com as leituras e ter uma opinião mais abalizadora e consistente no final do semestre.