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domingo, 7 de junho de 2009

Aula Presencial


Esta semana, na terça-feira, dia 02/06, tivemos novamente aula presencial de Psicologia II, juntamente com Seminario Integrador VI Trabalhamos conceitos Piagetianos integrados a Mapas Conceituais.

Dos Mapas Conceituais aprendi que:
  • não são esquemas, pois esquemas são alguns tópicos ou idéias que quero ressaltar; resumo.
  • não são auto-explicáveis necessitam ser explicados por quem os constroem para que o outro chegue a um perfeito entendimento.
  • que usam verbos ou locuções verbais para ligar e explicar os conceitos
  • que os conceitos ou idéias são ligadas ou indicadas através de flexas.
No que diz respeito aos estadios do desenvolvimento e aprendizagem de Piaget aprendi que:

  • que um estádio precede o outro de forma que é como se fossemuma espiral é difícil detectar onde termina um e onde começa o outro.
  • Uma vez que se chega a um patamar não se regride mais.
  • Que o estádio pré-operatório o sujeito ainda se utiliza de material concreto, é capaz de fazer seriação, conservação e reversibilidade que são condições imprescindíveis para que se chega ao estádio operatório concreto onde as abstrações se tornam possíveis e também se tornam cada vez mais complexas, num crescendo.
  • Que assimilação e acomodação produzem adaptação.
Enfim que muitos desses conceitos estão tão intimente ligados como se fossem uma espiral.

domingo, 24 de maio de 2009

Semana "cheia"


Como viajei no final de semana passado, esse está sendo bastante cheio de atividades. Estou correndo tentando posstar as atividades em dia. Espero conseguir. Só agora percebi que os comentários obre o Método Clínico é individual, diferente da postagem que está em aulas. Segundo a colega Mara recebeu orientação por e-mail e segundo ela essa é a orientação que prevalece. Bem então, provavelmente, não poderei ir a aula, pois ainda tenho que realizar a tarefa sozinha e sempre exige mais do que três cabeças pensando juntas. Vamos lá!!!

domingo, 17 de maio de 2009

Estudo Clínico

Tercça-feira, dia 12/05 tivemos aula presencial de Psicologia II onde fizemos comentários a respeito do estud0 clínico. Comentamos basicamente a maneira como procedemos na entrevista e a próxima atividade consiste em modificar nossas atitudes e posturas frente os comentários realizados.

Também continuamos discutindo sobre Piaget e os estádios da Psicogênese do conhecimento. Inclusive a prof Simone nos esclareceu porque alguns autores usam a nomencaltura "estágios"e outros "estádios". Sendo que concluimos que a nomenclatua mais adequada seria "estádio", pois é o lugar onde as coisas realmente acontece.

Também aproveitei a aula presencial para externar junto a prof Simone minha preocupação e insegurança, pois algumas das atividades postadas há algum tempo no Rooda não haviam sido comentadas.

Vou aproveitar também para verificar isso agora!!!

domingo, 26 de abril de 2009

OLHA SÓ, MEUS PEQUENOS PESQUISANDO


Como falei na semana passada, meus pimpolhos pesquisaram na Internet e descobriram que Diego Rivera é um pintor mexicano e que já pintou mais de mil obras e quue também era amigo de Picasso.

Esta semana foi curta e passei toda ela praticamente envolvida com o trabalho sobre as idades e características dos estádios cognitivos.

Esses estágios apresentam características distintas, porem não estão justapostos, estão sim um integrado ao outro daí o seu carater integrativo. O mais importante não é a idade cronológica, mas a sua sucessão. Um serve de patamar para outro. Não vou descrevê-los aqui porque senão vou refazer toda a atividade novamente e esse não é meu objetivo. De qualquer forma foi uma atividade que exigiu bastante e que inclusive tinhamos que participar no forum colocando exemplos de alunos que se encontram nesses estágios.
Mal terminei uma atividde e já percebi que tem outra publicada no Rooda sobre um caso clínico, que deverá ser feita em grupo com três. Já combinamod o grupo: eu, a Neila e a Mara.

Ainda bem que vem um feriado por aí, pois estou com vária atividades em aberto para o próximo dias, de outras interdisciplinas também.Mas fazer o que...

domingo, 19 de abril de 2009

CONSTRUÇÕES


Finalmente decidimos participar do Salão de Extensãoda UFRGS com nosso Projeto de Psicologia da Vida Adulta. Nosso grupo custou um pouco a entrar num consenso e não sei se já não é tarde para a inscrição.

Estou torcendo que possamos inscrever o PA e participar, pois acredito que uma experiância nova sempre nos remete também a novas aprendizagens e a construção de novos conhecimentos.

Falando em novas aprendizagens e construção de conhecimento gostaria de registrar que este semestre, sobretudo a Interdisciplina de Psicologia II está mexendo comigo principalmente no que se refere a minha prática pedagógica.

Estudo sobre Piaget e a Teoria da Psicogênese do Conhecimento está propocionando todo esse "caus" ; certezes antes tidas como absolutas já não me parecem tanto assim e tenho procurado planejar juntamente com meus alunos aulas mais construtivas.

Estamos tentando construir o conceito de unidade, dezena e centena atrvés da manipulação do material dourado. Uma de minhas alunas falou que isto chega lhe causar "dor de cabeça", por isso, retornaremos essa semana para tentarmos desatar alguns "nós" e construirmos os conceitos de unidade e dezena.
O desenvolvimento resulta em atividade operatória do sujeito que constrói conhecimento quando está em interação com o meio, com os outros sujeitos e com os objetos de conheciemtno de que ele deseja se apropriar.

Essa mesma aluna, no entanto comentou que a semana passara muito rápida, pois ela até pesquisara sobre a flor "copo de leite".

Já, já explico melhor: Esta semana decidimos que no aniversário de 31 anos da Escola, Colégio Estadual Elpídio Fereir Paes deveríamos ornamentar suas paredes com flores.

Apresentei-lhes o quadro " A vendedora de flores" e solicitei-lhes que fizessem uma pesquisa sobre essa flor. Surgiram alguns dados é uma flor tóxica, gosta de lugar úmido, apresenta folhas verdes bem escuras, etc...

Uma aluna copiou a flor de um livro, então solicitei que procurassem criar o sue próprio "copo de leite", usando papel crepom, laços de fita, lantejoulas, enfim o material de sucata que havia lhes solicitado anteriormente e construimos um mural.

Uma das minhas colegas torceu o nariz quando olhou para suas criações, colocadas ao lado de bonitas flores desenhadas por ela.

Mais ainda, meus alunos falam para todos que por ali passavam o que haviam aprendido sobre aquela flor.
Uma das alunas chegou arriscar que era uma pintura indígena, creio que sob a influência da pesquisa sobre os Índios que havíamos feito.

Questionei então:

_ Será mesmo que esta pintura é de origem indígena?

_ Quem era o pintor? Qual sua origem?

_ Em que ano aquele quadro havia sido pintado?

É óbvio que já tenho as respostas e que também tenho material de pesquisa, mas primeiro vou ver o que surge lá de casa deles, de suas iniciativas...

sábado, 11 de abril de 2009

Aprendizagem


Nesta postagem resolvi colocar minha mais recente atividade, pois ela representa minhas aprendizagens no PEAD e revela um momento bem importante e significativo

Desde o momento em que comecei a estudar no PEAD as aprendizagens tem sido inúmeras não só o tocante a prática pedagógica, mas, principalmente, no que se refere às novas tecnologias e seu uso.
Durante a construção do Projeto de Aprendizagem, embasado em pesquisas e tabulações de dados concluímos que as pessoas de um modo geral, quando adultas começam a se utilizar dessa tecnologia meio de brincadeira e aos poucos passam a incorporá-la no seu cotidiano.
Comigo, aconteceu, justamente o contrário, comecei meio por imposição, por uma necessidade premente. Era necessário o domínio de um mínimo de tecnologia par seguir no meu intuito de me formar Pedagoga.
E lá fui eu, na interação com os professores, tutores e colegas aprendendo a construir os espaços virtuais de que necessitava: e-mail, wiki, bloger, etc... E, sobretudo, desmistificando paradigmas de que a interação e construção não acontecem no ambiente virtual. Acontecem e acontecem de uma forma progressiva à medida que novas solicitações e exigências são necessárias, num crescendo constante; quando acreditamos que já sabemos tudo, surge um novo desafio.
Assim também deveria ser nas nossas salas de aulas instigantes em que nossos alunos construíssem na interação entre sujeito e objeto, não numa interação qualquer, mas numa interação-ação, reflexão-ação que resultasse sempre numa assimilação e construção do novo. Sem esquecer que esta ação pode acontecer também sobre idéias já construídas e assimiladas pelo sujeito e não necessariamente pode ou deve ser construída na sala de aula.
A criança aprende manuseando, mexendo, tateando o que também não é diferente com o adulto e esta situação fica bem caracterizada no relato a seguir.
Convém salientar que nos primeiros contatos com o computador tinha muito medo de fazer algo errado e “estragar” tudo o que já havia feito anteriormente, mas aos poucos fui vencendo esse medo, coisa que não aconteça com a criança, pois agem naturalmente e aprendem mexendo, clicando aqui e ali, muitas vezes até dando denominações próprias aos ícones que vão surgindo.
Agora, vou relatar quando, como e onde aconteceu a aprendizagem.
Aconteceu na minha casa porque precisava usar um programa novo (para mim, é claro) e, portanto desconhecido. A princípio, bastante tímida e insegura comecei a operar o programa Picassa para criar uma galeria de fotos com a ajuda da colega Mara via MSN. Porém chegou um momento em que ela me disse que a partir dali, teria que seguir realizando a tarefa sozinha porque ela não estava visualizando a tela e não poderia intervir. E lá fui eu clicando aqui, experimentando ali, desfazendo o que já havia construído e tendo que percorrer o caminho inicial novamente.
Sozinha? Só, mas na interação com o computador, numa sincronia que parecia que ele falava comigo e era possível sentir o descompasso do meu coração à medida que ia avançando para uma nova etapa, bastante excitante e complexa para meus parcos conhecimentos, pois envolvia vários passos que dependiam um do outro para a sua concretude.
A tarefa, simples para muitos para mim era árdua e exigia raciocínio, reflexão sobre idéias e conceitos construídos anteriormente, muitas vezes desestabilizando-os (acomodação), pois não eram verdades estanques e que poderiam ser reformuladas, adequadas, adaptadas às novas situações com as quais nos deparamos no decorrer de nossas. Não era simplesmente a ação pela ação, mas uma ação-reflexão, reflexão-ação.
Às vezes, também tive que pesquisar o significado de algum termo em inglês para compreender a ação a executar ou a próxima que viria. Isso exigiu um esforço físico e mental, mas que resultou numa grande satisfação e relaxamento, embora não tenha conseguido executar todos os processos exigidos. Faltaram algumas informações que sozinha não foi possível processar, mas mesmo assim levei a tento a tarefa, pois encontrei uma solução momentânea para a finalidade prática a que me dispunha e me remete a possibilidade de em outra ocasião construir novos conceitos necessários para a conclusão final.
Essa construção só foi possível porque já possuía conhecimentos anteriores, mesmo que sejam de ordem práticas, pois se não soubesse nem sequer ligar o computador ou manusear o mouse como algum tempo atrás, isso não seria possível.
Para Piaget conhecer é organizar, estruturar e explicar a partir da experiência. Assimilação e acomodação estão relacionadas com a aprendizagem que nada mais é do que a adaptação a uma nova situação. Portanto, em sala de aula o professor deve ter o cuidado de utilizar e programar juntamente com seus alunos estratégias e atividades que promovam a ação e adaptação que podem ser provisórias ou permanentes, mas que sirva de trampolim, plataforma para a construção de novas aprendizagens.
O conhecimento não é um processo estanque, acabado e não está inscrito no código genético de cada indivíduo, mas também não é tabula rasa, folha em branco que possa ser manchada com as nuances de uma tinta qualquer, é algo (re)construído no dia-a-dia, no cotidiano, na vivência e convivência nos diversos setores e instâncias com os quais nos deparamos nas mais diversas e inusitadas situações.
Não necessariamente acontece na sala de aula quando acontece em sala de aula supõe uma ação planejada e construída em conjunto na interação aluno-professor e entre os alunos em que o professor deve interagir como orientador, mas também como aprendiz, como aquele que ao mesmo tempo em que ensina, aprende e o aluno deve ser aquele que ora aprende com o professor, ora ensina o professor.
Como diz meu aluno “é bom eu estou aprendendo”.
Tomara que um dia ele diga “é bom eu estou aprendendo e ensinando”.

domingo, 5 de abril de 2009

Ação


Também durante esta semana realizei a atividade da Interdisciplina de Psicologia II como o próprio nome já está sugerindo, consistia em planejar uma atividade de acordo com a séria com a qual trabalhamos, escolhendo um determinado conteúdo que gostaríamos de desenvolver com eles sob o enfoque da Epistemologia do conhecimentode Piaget que acredita que a aprendizagem acontece na interação do sujeito sobre o objeto que sujeito e objeto transformam-se por força da própria interação. O sujeito assimila os objetos, isto é, age sobre eles transformando-os em função dos esquemas que dispõe. Assimilar implica, pois, em transformação do sujeito, impondo-lhe modificações para as quais nem sempre dispõe.
Torna-se necessário, portanto, construir instrumentos ( estruturas ou esquemas) através da modificação dos instrumentos já existentes ou por construção de novos. Torna-se necessário que o sujeito transforme a si mesmo, provocando que as novas assimilações sejam diferentes e melhores que as anteriores e ampliem as possibilidades do nível anterior precedente e determinem o âmbito das ações do nível seguinte.
O aluno constrói o conhecimento como conteúdo e também como condição básica para a assimilação de novos saberes.
Agindo dessa forma, o professor tornará possível e viável o processo de aprendizagem e a apropriação e a (re)criação do conhecimento para cada um se torne sujeito de sua própria história e não meros reprodutores de modelos já existentes.

Sempre que acontece a postagem de uma atividade, fico aguardando seu retorno, sobretudo, para saber se estou no caminho certo. Caso contrário corro logo a fazer as modificações necessárias, visando sempre a construção e enriquecimento de minha prática pedagógica, pois segundo o professor Fernando Becker, mesmo que inconsciente muitos de nós priorisamos em nossa prática uma epistemologia empirista, esquecendo-nos de que o conhecimento se constrói - construtivismo - na interação professor-aluno e vice versa e também na interação e nas trocas entre os pares.

domingo, 29 de março de 2009

Continuando as reflexões


Recebi retotno da atividade 1 sobre epistemologia e modelos pedagógicos como falei foi excelente e permitiu refletir, sobretudo, minha prática pedagógica, pois todo nosso esforço deve apontar para o palco onde acontece efetivamente o fenômeno educacional e para onde devem convergir os esforços que podem produzir modificações consistentes no panorama educacional:
A sala de aula e a condição prévia de seu funcionamento, o professor com uma visão pedagógica relacional- construtivista, do ser humano em geral e do conhecimento em particular, visão esta capaz de suportar a realidade trazida para a saula de aula pelo aluuno e transformá-la em matéria prima da ação pedagógica visando, antes de tudo, as condições prévias de todo conhecimento e de toda a aprendizagem.

domingo, 22 de março de 2009

Identificando Epistemologias


Estou lendo o texto Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos de Fernando Becker para realizar a atividade de Psicologia II que exige que retornemos a uma atividade do eixo II, na Interdisciplina de Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia I que consistia em responder algumas questões sem utilizar referencial teórioco a saber:
  • O que é para você, o conhecimento?
  • Para você, como ocorre a aprendizagem?
  • Considerando suas respostas anteriores como deve deve ser, na sua opinião, o ensino na escola?
A atividade agora, consiste em refletirmos sobre nossas respostas a partir do texto mencionado e identificarmos em qual Epistemologia Pedagógica elas se encaixam.

Conclusão: Minhas respostas foram tão curtas e vagas que não estou encontrando subsídios necessários para enquadrá-las nesta ou naquela epistemologia. Será necessário, então uma retomada na leitura.