Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de dezembro de 2007

O Caso das Bananas

Conforme havia previsto a contação da história O Caso das Bananas foi um sucesso. Fomos o oitavo e último grupo a se apresentar e encerramos com chave de ouro, nosso grupo foi todo caracterizado e realmente incorporamos os personagens. e, quando isso acontece, vivenciamos, nos transformamos no personagem que representamos.

Foi uma noite muito especial, uma noite de gala onde todos os grupos tiveram participação expressiva e contribuiram para o enriquecimento de todos. Além do nosso grupo, gostei muito do primeiro que se apresentou: As Doceiras, um teatro de bonecos, de fantoches que estava muito bem elaborado e também gostei bastante de outro teatro de fantoches com a história Menia Bonita, A Casa Sonolenta também gostei bastante.

Enfim, todas as apresentações contribuiram e somaram para esses momentos muito especiais q ue nos foi oportunizado pelas professoras de literatura e de teatro.
Estamos todos de parabéns alunas e professoras.

domingo, 25 de novembro de 2007

O Caso das Bananas

Também estive bastante envolvida com a confecção de fantasias e de ensaios para a contação de história que ocorrerá no dia 27/11, terça-feira. O títula da história:

O CASO DAS BANANAS
De: Milton Célio de Oliveira Filho e Mariana Massarani

O macaco
Ao acordar, de manhã,
O macaca deu pela falta
De seu cacho de bananas.
Procura aqui, procura ali
E nada...
Nem mesmo as cascas.
Algum espertinho levara tudo.
“Fui roubado!”

A mata
A mata ficou agitada
Com a notícia.
E logo Dona Coruja,
Investigadora das mais
Afamadas,
Aceitou o novo caso.

A Coruja
Caro macaco, para começar do começo,
Melhor ouvir a vítima.
Primeiro, diga-me: Há um suspeito?

O macaco
Dona Coruja,
Abomino o preconceito.
Mas...
Soube de um bicho estranho
Que veio de muito longe.
Não é, pois, destas bandas.
Não duvido que
Tenha escondido as bananas
Na bolsa
Que trazia na barriga.

Coruja
Hum!!!
Tem caroço neste angu.
Vamos, então ouvir...

O Canguru
Esta historia já conheço
Só por ser um estrangeiro
Já viro logo suspeito.
Pois digo, digo e repito:
Nesta mata há um tipo
Ainda mais esquisito,
Com um rabo bem fornido,
Tal e qual uma lagartixa
Multiplicada por quatro.

Coruja
Ora, agora eu me acho.
É hora de interrogar...

O lagarto
Dona Coruja,
Eu não tenho nada com o pato.
Mas... Tenho um palpite:
Quem tapeou o macaco
Vive muito bem na mata,
Com seu porte de madame
E seu casaco de pintas.

Coruja
Palpite não conta.
Mas não custa ir até...

A onça
Dona Coruja,
Tenho cara de malvada,
Pois quando brava...
Viro mesmo uma onça.
Mas no fundo sou boa-praça.
Não quero atirar pedra
Na vidraça do vizinho.
Pense, pense um pouquinho:
Que bicho aqui desta mata
Poderia comer tantas bananas
Sem ficar engasgado?
Só mesmo com pescoço comprido
Comprido como um gargalo...
Um gargalo de garrafa.

Coruja
Um gargalo de garrafa?
Pois vamos até...

A girafa
Das bananas eu nem sabia
Juro!
Mas o maroto que as levou
Deve ser muito ladino.
Com um rabo bem peludo
E bigodes no focinho.

Coruja
Ora, ora!
Não posso perder a pose.
Quero escutar, sem muita prosa...

A raposa
Minha cara coruja,
Sou famosa pela astúcia.
Mas...
Meu negócio são galinhas.
Vez ou outra uvas.
E vou lhe dar uma dica:
Para mim, o malandrão
É o tal que ostenta juba
E nunca,
Nunca perde a majestade

Coruja
Pelo sim, pelo não,
Vamos saber o que diz...

O Leão
Só lambo o beiço por carne.
Bananas? Arre!
Nem de graça.
Nós, os gatos, grandes ou
Pequenos,
Não nos damos com fruta
Nem mato.
Para resolver logo o caso,
Preste atenção na charada:
Quem pode subir em árvore,
Embora não tenha patas?

Coruja
Como é duro o ofício.
Porém, mãos à obra,
É hora de ouvir...

A Cobra
Dona coruja, ouça:
Tudo sobra para a cobra,
Em dobro.
Dizem que sou uma víbora.
Mas no caso das bananas,
Creia,
Sou inocente.
Sem querer ser venenosa,
Achar o larápio, é fácil,
Com sua roupa listrada.

Coruja
É preciso dar ouvidos
A todos.
De “A” a “Z”.
Pois então,
Vamos até...

A Zebra
No dia dos fatos
Eu estava fora a visitar o cavalo,
Que é meu contraparente.
Mas para mim está óbvio:
Quem mais poderia agarrar
O cacho de bananas
Sem ter uma grande tromba?

Coruja
É hora de seguir adiante
E conversar com...

O Elefante
Dona coruja,
Pouco uso da minha tromba
De uns tempos para cá,
Pois ando só resfriado.
Se quiser saber de tudo.
Consulte quem tudo viu
E quem tudo vê
Lá do alto.

Coruja
Agora a porca torce o rabo.
Já me vou por ali,
Para encontrar

O Bem-Te-Vi
Vi sim.
E vi muito bem o macaco
Acordar esfomeado
No meio da madrugada.
E comer uma, duas
E até três bananas,
De uma única vez,
Até acabar com o cacho.
Mas, coitado, não sabia,
Pois enquanto comia,
Roncava.

Coruja
O mistério chega ao fim
Sem muito pano para a manga.
O meu compadre guloso
Pasmem!- É...

Sonâmbulo


O meu personagem é a Raposa. Sua fala é assim:

Minha cara coruja:
Sou famosa pela astúcia.
Meu negócio são galinhas
Vez ou outra umas uvas.
Mas...
Vou lhe dar uma dica:
Para mim o malandrão
É o tal que ostenta juba
E nunca,
nunca perde a majestade.

Agora, só me resta esperar por terça-feira e esperar pelo sucesso...

domingo, 4 de novembro de 2007

Visita a Feira do Livro

Como demorei mais do que esperava na visita a Bienal, fiquei pouco tempo na Feira do livro.
Procurei me deter um pouco mais nas bancas deLiteratura Infantil.
As obras que mais me chamaram atenção eram bastante caras entre R$ 50,00 e R$ 70,00.
Também havia vários livros cujos preços variavam entre R$ 3,00 e R$ 5,00, portanto mais acessíveis.
Todos nossos alunos deveriam visitá-la, pois como dizia Monteiro Lobato "uma civilização é feita de Homens e Livros".
Gostaria de deixar registrado neste espaço a importância e riquezas proporcionada pelos trabalhos em grupo, permitindo a integração e a interação entre colegas e fortalecendo nossas construções.

domingo, 28 de outubro de 2007

Semana de 22/10 a 28/10

Esta semana trabalhei novamente a contação de história com a História da Branca de neve e os sete anões. Li a história depois os alunos comentaram que sabiam outras versões parecidas que foram comentadas, depois fizeram a interpretação da mesma, colando as gravuras de acordo com a ordem dos acontecimentos. Depois produziram fantoches utilizando garrafas pet e por último reconstruiram a história com os fantoches produzidos. Foi uma semana bastante produtiva e movimentada.
Enquanto recolhiam o material de sucata foi levantada a questão da reciclagem do lixo e também sobre a coleta seletiva do mesmo, atividade esta que culminou com a limpeza do lixo da escola e confecção de uma obra de arte utilizando os papéis e galhos recolhidos no pátio da Escola.
Foi uma atividade bastante envolvente e produtiva e que permitiu uma transversalidade com várias interdisciplinas: teatro, artes, literatura e que permitiu desenvolver assuntos paralelos enfocado sobre o lixo; coleta seletiva e reciclagem.

domingo, 21 de outubro de 2007

Semana de 15/10 a 21/10


Esta foi uma semana de intensas atividades e muitas brincadeiras.Foi uma semana lúdica, pois durante três dias: 16, 17 e 18 brincamos com as brincadeiras passadas durante a aula presencial de teatro: Muito prazer, Zip-zap, meia-lua 1,2, 3, estátuas.



No dia 18 foi o auge. Iniciei a aula, fazendo a leitura da história do Chapeuzinho Vermelho, surgiram outras versões diferentes da que havia contado.
Cantamos e brincamos de "Tá pronto seu lobo", imitando as ações do lobo com gestos. Os que erravam pagavam prenda.
Depois abri um baú de fantasias e os alunos improvisaram suas fantasias
e criaram fotos sobre a história. Usaram também móveis e objetos que estavam na sala de aula.O resultado foi excelente.

Foi uma experiência única e envolvente e abrangente e multidiscplinar, pois consegui trabalhar numa só atividade, embora em vários dias, literatura, ludicidade, música e teatro.

domingo, 14 de outubro de 2007

Poesia

Gosto de relacionar as atividades a minha prática docente. Ontem,(02/10/07), aproveitando a leitura do capítulo V da Fanny, trabalhei com minh turma de 1ª série o poema:

Roda na rua
Roda na rua
a roda do carro

Roda na rua
a roda das danças

A roda na rua
rodava no barro

Na roda da rua
rodavam crianças

O carro na rua

Escrevi o poema no quadro. Liuma vez o poema, depois lemos juntos "todos", mesmos os que não estão alfabetizados.
Depois, alguns quiseram ler os versos e também sugeri que alguns citassem algum verso ou frase que lembravam, assim, até os não alfabéticos se sentiram leitores.
Até criamos um novo versoque foi acrescentado ao poema:

Rodava na lama
O carro sem "pára-lama".

Rimos e nos divertimos bastante e a aula transcorreu tranqüila, "gostosa" até o final.