domingo, 31 de maio de 2009
Concepções de Índio
Há um sentido pejorativo resultadodo processo histórico de disscriminação e preconceito sobre os povos nativos (índios). Par o branco o índio representa um ser sem civilização, sem cultura, incapaz, selvagem, preguiçoso, traiçoeiro. Para outros ainda, o índio é um ser romântico, protetor das florestas, simbolo da natureza, quase um seromo odas lendas e dos romances. Um seer aparte, Na verdade são seres apartes poque possuem uma cultua própria diferenciada e oragnizada política/econômica e social.
Em função desses estigmas e das perseguições sofridas pelos brancos os índios passaram a negar sua identidade, perceptível nos seus traços físicos, no seu modo de agir e ser.
Porém ultimamente tem se percebido um movimento contrário em que o índio passou a ser valorizado justamente por toda essa riqueza que representa essa diferença e o índio aos poucos tenta reassumir o orgulho de ser índio e protagonista de toda uma história de civilização. Aos poucos está havendo um retorno ao uso da língua, rituais e tradições estão sendo revalorizadas e praticadas entre eles.
Ainda no norte, principalmente no Amazonas por conta da distância que manteve com o branco ainda andam nús, pintam o corpo e moram em aldeias e ainda tem muito gente que acredita que esse é o verdadeiro, o autêntico índio. Porém num recente trabalho realizado com meus alunos sobre Mosaico Étncio-racial percebi que meus alunos já tem uma concepção diferente do índio.
Sabem que se vestem de maneira semelhante a nossa, moram em casas de madeira ou barracas e vendem artesanato no centro da cidade para sobreviverem.
Portanto, nós professores precisamos parar de subestimar nossos alunos e também parar de insistir em transmitir-lhes a idéia de que índio ainda mora em oca e usa tanga e cocar todo dia.
E os fóruns continuam
A criança autista apresenta algumas características peculiares são elas:
- Uso de um vocabulário bastante sofisticado, normalmente usado por adulto.
- Falar incessantemente sobre um mesmo assunto.
- Dificuldade de interação e integração.
-Indivíduos extremamente desajeitados
-Habilidades motoras nas áreas de artes, música e cálculos
- Mito da inteligência secreta
Não existem gênios, existem autistas com altas habilidades que são em número que 10% da população dos autistas.
-70% funciona a nível de deficiência mental.
-40% apresenta QI abaixo de 50.
- 30% possui QI acima de 70.
Precisamos derruar o mito de que vivem num mundo a parte o que lhes falta é reciprocidade na comunicação e grande dificuldade de ineração e integração.
Semana do Salão de Educação - EAD
Estavam representantes dos Polos de Quarai, Gravatai, Três Cachoeiras, Sapiranga, entre outros e todos foram unânimes em destacar a importância dessa iniciativa na inclusão de alunos que por vários motivos estvam afastados da Universidade.
O representante de Quarai enfatizou a qualidade desses cursos em EAD pela quantidade de textos que somos "obrigados" a ler e que nessas condições o aluno aprende a estudar, a ser responssável, independente, autônomo e sobretudo autor e coautor na construção do processo ensino aprendizagem.
Foi questionada se a integração e interação que acontece entre os colegas do Polo de Gravatai é comum entr os outro polos? O que todos foram unânimesem confirmar.
Também foi questionada a participação dos alunos em EAD na participação na vida política da Universidade, pois nos foi negado o direito de voto nessa última eleição para escolha do reitor da Universidade bem como foi vetado o direito de ser candidato a presidente do DCE e também de participar na votação da escolaha do mesmo.
O presidente do DCE que fazia parte da mesa redonda manisfestou da dificuladade de comunicação e interação entre o aluno presencial e o aluno em EAD. Porém a professora Rosane argumentou que a EAD é uma realidade e precisa ser tratada como tal. É necessário criar novos meios e métodos para que essa integração e participação aconteça.
Apenas participei de alguma horas desse evento e gostei muito, imagia quem participou com mais intensidade...
domingo, 24 de maio de 2009
Educação após Auschwitz
Nunca havia parado para pensar em Auschwitz e sua realação com a educação. Para o autor para que toda a atrocidade, violência e crueldade que ocorreu nos campo de concentrações de Auscwitz não se repita devemos investir sobretudo numa educação reflexiva que já deve iniciar na primeira infância e se prolongar num ambiente de harmonia e em relações recíprocas, pois as pessoas ainda sob a égide da expressão ACABAR COM ELES se sentem como coisas e nivelam os outros também como sendo coisas , objetos que podem ser facilmente manipuláveis.
É o processo de coisificação do ser humano,agravado pelo feitchizção das tecnologias.
É preciso, portanto:
Estabelecer um clima espiritual, cultural e social que não de margem a repetição de Auschwitz e apostar na educação reflexiva.
Fórum e PA
Porém, a experiência que tive no semestre passado com a construção dos PAS nas Interdisciplinas de Seminário Integrador V e Psicologia da Vida Adulta me fascinaram pela gama e conhecimento que construimos, mas sobretudo pela interação que \\\\\\\"rolou\\\\\\\" tanto que para esse próximo projeto o grupo continua quase na sua totalidade. Nos permitiu amadurecer como seres humanos; sermos fraternos, coerentes quando necessário, porém, às vezes duros nas divergências e negligências. O grupo desestabilizou, acomodou e assimilou certezas que já não mais eram tão certas assim e dúvidas que então se tornaram tão claras que passaram a ser certezas. | |
| 24/05/2009 13:58:22 MARA ROSANE NOBLE TAVARES É verdade Neuza, se pararmos para analisar, os próprios preparativos entre nós para esse novo PA, já foi um PA. | |
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Fórum e Dossiê deEstudo de Caso
As trocas sempre são bastante e ricas nesses ambientes e também a interação também acontece de forma intensa.
Algumas conclusões que ficaram:
A Tecnologia Assistiva compreende recuros e serviços. Fazer TA na escola implica em buscar com criatividade alternativas para que o aluno realize as tarefas escolares. É encontrar uma estratégia para que possa fazer de outro jeitoe valorizar o seu jeito de fazer, aumentandoo sua capacidade de ação e interação. Conhecer e criar alternativas para a comunicação escrita, leitura, mobilidade, brincadeiras, artes, utilização de materiais pedagógicos e utilização do computador.
É promover o aluno de mero expectador a autor de suas próprias aprendizagens.
Também trabalhei no Dossiê de Estudo de Caso e agora parece que está ficando um pouco mais de acordo com as expecificações necessários. Ficarei aguardando comentários...
Semana "cheia"

Como viajei no final de semana passado, esse está sendo bastante cheio de atividades. Estou correndo tentando posstar as atividades em dia. Espero conseguir. Só agora percebi que os comentários obre o Método Clínico é individual, diferente da postagem que está em aulas. Segundo a colega Mara recebeu orientação por e-mail e segundo ela essa é a orientação que prevalece. Bem então, provavelmente, não poderei ir a aula, pois ainda tenho que realizar a tarefa sozinha e sempre exige mais do que três cabeças pensando juntas. Vamos lá!!!

